Futebol de Amputados

O primeiro time no Brasil foi a Associação Niteroiense de Deficientes Físicos (Andef), criado em 1986. Três anos depois, nosso país participou do seu primeiro Mundial de futebol de amputados, que aconteceu em Seattle (EUA), no qual terminou na terceira colocação.


Empolgados pelo bom desempenho, criou-se a Associação Brasileira de Desportos para Amputados (ABDA), em agosto de 1990, buscando representar e orientar a prática da modalidade no país


O Brasil é tetracampeão mundial de futebol de amputados. A seleção levantou o troféu em 1999 na Ucrânia, 2000 nos Estados Unidos, 2001 e 2005 quando a competição foi disputada no nosso país


Segundo a WAFF, entidade que organiza o Futebol de Amputados pelo mundo (semelhante a FIFA para o futebol convencional), a modalidade é disputada por 46 países. Sendo seis deles sul-americanos: Argentina, Brasil, Colômbia, Equador, Peru e Uruguai.


Como é disputado


Os jogos são disputados em campo society, com dimensões mínimas de 60m x 38m. As partidas são divididas em dois tempos de 25 minutos. Cada equipe tem sete jogadores, sendo o goleiro amputado ou deficiente de um dos braços e os atletas de linha amputados ou deficientes de uma das pernas.


Os atletas não podem tocar na bola de forma intencional com a perna ou braço amputados e também com a muleta. O tiro de meta não pode passar o meio de campo e o goleiro não pode
sair da área.


Não há limite para substituições. Os jogadores substituídos podem voltar ao jogo quantas vezes forem necessárias.